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Como Surgiu o Colégio

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Como Surgiu o Colégio

 

Sua fundação, em 1962, começou com o Jardim de Infância “Pinguinho de Gente”, mantido pelas Obras Sociais Passionistas. O fundador e primeiro diretor foi o padre Félix Inglesi, CP. No ano seguinte, tornava-se Escola de 1º Grau.

Em 1982, implantado o Ensino de 2º Grau, passou a denominar-se Instituto Obras Passionistas. Sua existência insere-se no grande trabalho dos Padres Passionistas pela valorização da comunidade da região do Barreiro.

A partir de 1º de janeiro de 1989, os contatos entre a Congregação dos Padres Passionistas e a Arquidiocese de Belo Horizonte resultaram na transferência de sua manutenção para a Sociedade Mineira de Cultura, integrando-o ao Sistema de Ensino Arquidiocesano.

Em 2006, em comum acordo com a Arquidiocese de Belo Horizonte, o Colégio retorna para a administração da Congregação dos Padres Passionistas. Investimentos significativos estão sendo feitos para a expansão da instituição e aprimoramento da sua qualidade de ensino.

Direção e coordenação desenvolvem projetos pedagógicos que ampliam o horizonte de conhecimento dos alunos. Questões como sustentabilidade e cidadania são temas que enriquecem o currículo.

Nosso Ideal é inspirado no Deus revelado por Jesus Cristo, compromissado com o Homem e com seus relacionamentos - tanto com o próprio Deus quanto com seus semelhantes. Daí nosso comprometimento com a dignidade da pessoa humana, à qual nos propomos a servir como instituição escolar. Orgulhamo-nos de nossa expressão "escola católica", reflexo direto dessa inspiração e desse compromisso, refletida na identidade de cada Colégio. Cultivamos, contudo, o ecumenismo e recebemos alunos de diferentes confissões religiosas.

E não há outra maneira de exprimir maior atenção com a qualidade do ensino que envolvendo também a esfera da qualidade do próprio ser humano, do momento histórico em se insere e de um processo de trabalho educativo fiel à sua identidade católica.

Nosso ideal exige qualidade dos conhecimentos, das ciências e dos procedimentos didático-pedagógicos - questão da própria honestidade de uma escola. Exige também um compromisso com a formação da personalidade, a disciplina e o desenvolvimento de hábitos, sem os quais o homem se perde e se anula diante da vida.