Colégio é destaque em feira de Ciências da UFMG

            Mais uma vez o Colégio São Paulo da Cruz é um dos 50 destaques da UFMG Jovem, feira de Ciências que reúne trabalhos de escolas públicas e particulares de Minas Gerais, realizada pela universidade.

 

            Em 2014 a feira completa 15 anos e os temas dos trabalhos são livres. O São Paulo da Cruz apresenta o projeto “Pioneiria na Educação”, proposta que relaciona conceitos científicos da Matemática e da Química com a confecção de objetos utilizados no escotismo.

 

            Os alunos Blanda Eulália Palhares Alves Ramalho, Débora Dias Silva, Gabriel Wilson Gomes Barbosa Almeida e Lucas Magalhães foram orientados pelos professores Flávia Alves Ramalho e Weliton Leão. Flávia destacou que o projeto quer “proporcionar diferentes maneiras de estudo, trazendo os conceitos disciplinares para a prática cotidiana. Desde a escolha do objeto, até sua construção, tudo foi relacionado com essas e outras disciplinas”.

 

            Weliton afirmou que os estudantes se empenharam bastante para escrever e desenvolver o projeto. “Eles se colocaram disponíveis durante vários dias e não mediram esforços na construção da pioneiria”, elogiou.

 

            A UFMG Jovem começa nesta quarta-feira, 29, e vai até sexta, 31, no campus Pampulha. A Feira é aberta para a visitação do público e de grupos escolares, com agendamento prévio.

 

Os melhores trabalhos serão premiados com certificados e placas de menção honrosa (segundo e terceiro lugar) e bolsas de iniciação científica para os primeiros.

 

Projeto “Pioneiria na Educação”

 

Objetivo

            Relacionar conceitos científicos da matemática e química com a confecção de objetos utilizados no escotismo, trazendo significado para a prática cotidiana.

 

Metodologia

          Para realização do trabalho, foi utilizado bambu e sisal. O grupo pesquisou escotismo, pioneiria, educação formal e informal e, com base nesses conceitos, criaram formas de pioneiria aplicáveis em Química e Matemática.

 

Resultados

As amarras são feitas de sisal. O sisal é uma planta originária do México. Em Química o grupo estudou os compostos poliméricos, ressaltando a importância de incorporar algumas das aplicações do sisal dentro do contexto em sala de aula. Também foram exploradas as fórmulas moleculares e as fórmulas estruturais mais importantes do sisal como a lignina e a celulose, que abrangem o estudo sobre as funções orgânicas.

 

Para a escolha do bambu para a pioneiria, foram consideradas a leveza do material, o formato e a resistência.

 

Conclusão

             Pode-se verificar que a relação Matemática / Química / Escotismo despertou interesse entre os estudantes e que esse é um fator importante na aprendizagem. A maneira como o trabalho foi conduzido, investigando, pesquisando e fazendo inferências, gerou uma rica produção de ideias que permitiu aos alunos absorver a essência da atividade.

 


 

{gallery}/2014/bambu{/gallery}

Compartilhe esse artigo

Postagens Relacionadas