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Projeto Viver incentiva famílias a cuidar do planeta

Um grande número de pais, familiares e amigos lotaram o Colégio São Paulo da Cruz no sábado, 2, para participar do Projeto Viver. O tema deste ano foi “Casa comum, nossa responsabilidade”, que é o mesmo da Campanha da Fraternidade de 2016.

Alunos do Maternal, Ensino Fundamental e do Ensino Médio apresentaram trabalhos sobe os cuidados que devemos ter com o mundo, questões de saúde pública (principalmente as doenças provocadas pelo Aedes aegypti), fontes de geração de energia e espaços turísticos de Belo Horizonte (com destaque para o complexo da Lagoa da Pampulha).

            O diretor geral do Colégio São Paulo da Cruz, Carlos Cotta, deu as boas-vindas a todos e explicou que a proposta do Projeto Viver deste ano é conscientizar as famílias a cuidarem do planeta, das cidades e de suas casas. Ele lembrou que o Brasil enfrenta atualmente problemas políticos, econômicos e de saúde pública que só podem ser resolvidos com a união da população e a busca de alternativas de uma forma consciente e pacífica.

            Os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental apresentaram várias músicas e coreografias tratando de problemas como a dengue, a zika, a poluição e outros problemas ambientais. Eles também mostraram nos estandes os trabalhos que produziram durante as aulas.

Combate ao Aedes aegypti

            Os alunos do 2º ano do EF entrevistaram visitantes para saber os cuidados que estão tendo contra o Aedes aegypti. Maquetes, painéis e cartazes mostravam a beleza e os problemas do complexo da Lagoa da Pampulha. As colegas Giovanna Carmo e Camila Godinho, do 6º ano, lembraram que a Pampulha está concorrendo ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade e lamentaram a pichação da Igrejinha de São Francisco. “Foi vandalismo”, lamentou Giovanna.

Energia Limpa

            Fontes de energia renovável, como a produção de biodiesel, foram mostradas pelos alunos do 3º ano do EM. Esther Fernandes explicou a importância de se produzir energia limpa, ou seja, que não polui o meio ambiente. O colega Alexander Phelipe mostrou o processo de produção de biodiesel por meio do óleo de cozinha usado. “A produção brasileira ainda é pequena, mas a tendência é que aumente, pois é uma fonte importante de energia renovável”, esclareceu o aluno.

            As alunas Sabrina Santos, Rayanne Letícia e Isabella Cristina, também do 3º ano do EM, mostraram um painel com os diversos tipos de energia que podem ser produzidas. Uma delas é a energia eólica, gerada pelo vento. Os alunos do 2º ano do EM, construíram um aquecedor solar, usando garrafas pet, caixas de leite e canos. Mateus Bernardo e Bruna Figueiredo explicaram que o custo de produção do aquecedor é muito baixo e a economia de energia é grande.

Pais elogiam projetos

            Frederico Laureano, pai dos alunos Benício (Maternal II) e Alice (1º ano), elogiou o projeto de aquecedor solar dos alunos, salientando que o Brasil precisa aproveitar melhor seus recursos naturais para gerar energia. O casal Marcos Túlio Duarte Silva e Míriam Ribeiro, pais dos alunos Sofia (1º Período) e Cauã (1º ano), acreditam que iniciativas como a do Projeto Viver ajudam a conscientizar as novas gerações. “Fui dar banho no meu filho hoje e ele pediu para desligar o chuveiro enquanto era ensaboado”, comentou Marcos.

            O casal Marcelo Magalhães e Ana Flávia Resende Magalhães, pais de Mateus (8º ano) e Gustavo (4º ano), ressaltaram a importância de despertar a consciência política e ambiental dos alunos cada vez mais cedo. Marcelo não tem dúvidas de que isso fará com tenhamos um planeta, um país e uma cidade melhores no futuro. “A formação e a informação recebidas pelos alunos vão fazer com que eles sejam cidadãos e governantes melhores”, acredita Ana Flávia.


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