Posse dos representantes de turma discute o papel do líder

            A posse dos representantes de turma foi realizada nesta sexta-feira, dia 28, numa solenidade simples, mas carregada de simbolismo. Eleitos pelos colegas, os representantes e seus vices se reuniram no teatro, onde foram acolhidos pela orientadora educacional, Romilda Nascimento, que lhes deu as boas-vindas e lhes explicou que o fato de terem sido escolhidos por suas respectivas turmas lhes confere honra e também responsabilidade.

 

            A solenidade teve início com a oração do “Pai Nosso”. Em seguida, a coordenadora do 6º ano ao 3º ano do Ensino Médio, Elisabeth Alves, falou aos alunos do perfil de um líder. Ela salientou que a liderança não é conquistada com desrespeito ou agressividade, mas com humildade e espírito de serviço. Beth lembrou líderes que se valeram de sua força para fazer o bem, como Gandhi; e outros que a usaram para conduzir o mundo à guerra, como foi o caso de Hitler. “Procurem motivar seus colegas a seguir as normas da escola e serem responsáveis com seus estudos”, orientou.

 

            Romilda apresentou as normas do representante de turma, que são orientações que vão pautar as atividades desses alunos. Entre elas estão a de serem éticos e procurarem ajudar seus colegas nas suas dificuldades. A orientadora falou da importância da família para a boa formação dos alunos e, no encerramento da solenidade, entregou um certificado, congratulando os pais pelos ótimos valores e pela boa educação que vêm dando aos seus filhos. Junto, cada representante recebeu um bombom e os cumprimentos de Romilda e da assistente de coordenação, Amanda Lemos.

            Giovanna Soares Campos e Eduardo Otoni Fernandes, do 7º BA, acreditam que como representantes deverão procurar saber das necessidades da turma, na área educacional, e funcionarem como um elo entre ela e a escola. Vítor Vianey e Alan Júnior, do 8º CM, avaliam que o fato de terem sido eleitos pelos colegas é um sinal de confiança. “Temos que ser uma referência para eles e, quando necessário, pedir licença aos professores para nos reunirmos e discutirmos formas de melhorar nosso comportamento e nosso desempenho”, comenta Alan.

 


 

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